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Estabelecimentos com mais de 10 mil aves respondem por 98% da criação brasileira de frangos

[:pb]Recentemente, ao divulgar os resultados do Censo Agropecuário de 2017, o IBGE apontou que em 31 de dezembro daquele ano o plantel de galináceos em engorda (frangos, frangas e pintos) somava pouco mais de 1 (um) bilhão de cabeças.

O número – sempre é bom ressalvar – refere-se a animais de curto ciclo de criação. Portanto, corresponde, especificamente, a um retrato daquele momento, não representando o total nacional no decorrer de todo o exercício. Mesmo assim, traz um bom indicador, visto que,na realização do censo, o IBGE individualizou os estabelecimentos recenseados segundo o plantel em engorda.

Sob esse aspecto, a principal informação é a de que mais de 98% da criação de frangos no País ocorre em estabelecimentos com, no mínimo, 10 mil cabeças. O recorde, aliás, é registrado no Centro-Oeste, onde esse índice supera os 99%. Mas as Regiões Sul e Sudeste não ficam muito longe disso.

 

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O menor percentual está no Nordeste. Mesmo assim, a criação em estabelecimentos com mais de 10 mil cabeças é significativa, pois supera os 90%. Já na Região Norte esse índice chega a 95%.

Na época do censo, a Região Sul dispunha de pouco mais da metade (54%) do total nacional então levantado. Pouco mais de um quinto (21,5%) coube à Região Sudeste, enquanto o Centro-Oeste respondeu por quase 14% do total. Os pouco mais de 10% restantes distribuíram-se entre o Nordeste (7,59%) e a Região Norte (2,74%).

Fonte: Avisite[:]

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