granja aves

Out 04

A OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) emitiu dois alertas nesta segunda-feira (1/10) de focos de Influenza Aviária Altamente Patógena na China e na Bulgária. Na China, o vírus da Influenza Aviária H5N6 atingiu um plantel de mais de 37 mil aves, enquanto na Bulgária o sorotipo do vírus da Influenza Aviária encontrado foi o H5N8 e afetou pouco mais de 44 mil aves.

Na China, o caso teve início em 7/9, na província de Guizhou, localizada ao Sul do país. A confirmação se deu em 29/9 por testes de isolamento viral e PCR (Polymerase Chain Reaction) e o informe à OIE foi realizado no dia 30/9. A última ocorrência de Influenza Aviária Altamente Patógena no país havia se dado em 23/10/17.

Na Bulgária, o foco foi encontrado numa região do  distrito de Plovdiv no dia 19/9, com confirmação para Influenza Aviária no mesmo dia. O caso foi informado à OIE no dia 30/9 e a última ocorrência da doença naquele país foi em 17 de agosto passado.

Em ambas as localidades foram adotadas as medidas de emergência e erradicação apontadas em Directiva do Conselho da OIE sobre medidas comunitárias para controlar la influenza aviária, além de medidas de âmbito regional.

As medidas incluem restrição de trânsito de aves no interior do país, vigilância dentro da área de contenção, ou de proteção, abate sanitário, rastreabilidade, desinfecção, vacinação proibida e nenhum tratamento dos animais afetados.

Influenza Aviária encontra-se como um dos grandes desafios da avicultura mundial, junto com instabilidades financeiras por causas político-econômicas, oscilações nos custos e disponibilidade dos insumos e restrições para o comércio.

A enfermidade afeta fortemente, muitas vezes de modo irreversível, a produtividade e rentabilidade de empresas. Erradicar a influenza aviária demanda um método de controle muito eficiente, no entanto bastante custoso.

Medidas de bioseguridade rigorosas e permanentes (em termos conceituais, estruturais e operacionais) são parte crucial da estratégia de prevenção da doença, para minimizar o risco de introdução da infecção em operações avícolas comerciais. Além disso, as campanhas de vigilânciaepidemiológica (ativa e passiva) constituem um sistema de alerta permanente que possibilita a detecção precoce e a contenção rápida, para evitar a possível propagação dessa doença altamente contagiosa para grandes populações de aves suscetíveis.

Fonte: AviNews

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